Por: Luiz Fernando Mol
Antes de tudo, é necessário entender que o mofo branco é causado pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum e é uma das doenças mais severas em culturas como soja e feijão.
Seu impacto econômico é bem alto, pois reduz a produtividade, compromete a qualidade dos grãos e dificulta o manejo em áreas com histórico da doença.
É importante saber que o fungo sobrevive no solo por vários anos por meio de escleródios, estruturas resistentes que germinam quando há umidade elevada, temperaturas amenas e fechamento rápido do dossel.
Esse ambiente favorece a formação de apotécios (órgão reprodutor em forma de cálice, onde se formam os esporos nos cogumelos discomicetos), que liberam esporos capazes de infectar plantas principalmente por flores e tecidos jovens.
Para obter um manejo eficiente dessa doença, saiba quais são as principais estratégias:
➡️ Rotação de culturas: Alternar com espécies não hospedeiras reduz a pressão de cultivo no solo.
➡️ Densidade e arquitetura de plantas: Populações equilibradas promovem maior arejamento, reduzindo umidade dentro da lavoura.
➡️ Controle químico: Aplicações preventivas no período de florescimento são mais eficientes, especialmente em áreas com histórico.
➡️ Uso de agentes biológicos: Produtos à base de Trichoderma auxiliam na redução de escleródios no solo.
Saiba que o sucesso no controle depende da combinação de medidas e do monitoramento constante, principalmente em anos úmidos.
A verdade é que trabalhar de forma preventiva é a melhor estratégia para manter a produtividade e reduzir perdas.
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